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30 de jul de 2017

Para patrões de empresas de TI: "Engolimento de conteúdo e posse de funcionários"

Esse post é dedicado a todas as empresas de Tecnologia da Informação (as únicas que no momento tenho propriedade para falar) e em especial os chefes, coordenadores e patrões que querem implicitamente - e às vezes nem tendo consciência - "tomar posse" da vida de seus funcionários pós trabalho.

Querem que você saia do trabalho e faça uma faculdade na lista das faculdades de TI, querem que você tire as certificações X e Y, que chegue em casa ainda e vá fazer cursos que vão melhorar ou agregar seu trabalho, que olhem o grupo da empresa no Slack e no Whats antes de dormir... Ou seja, querem sugar você até a última, tomar posse da sua vida pessoal e de seus interesses e fazendo você parecer um escravo. Claro que se você é um dos patrões/chefes/coordenadores apontados neste texto, irá pensar "mas a empresa precisa de funcionários competentes, que sempre aprendam, que deem o melhor de si, bla bla bla bla, etc". E lhe pergunto: quando é que seus interesses, DEVEM estar acima da vida pessoal de um funcionário? A resposta é simples: NUNCA.

Alguns meses atrás passei por uma situação onde eu trabalhei 3 meses (fiquei até o último dia da experiência na empresa), e o coordenador da área de desenvolvimento ficava mandando indiretas e até pressionando algumas vezes o que eu deveria fazer FORA DO TRABALHO.

Houve um dia em que eu e ele fomos almoçar juntos, e eu disse que tinha vontade de estudar em casa para a certificação Oracle Certified Master (o atual grau mais alto da certificação oficial da Linguagem Java), e ele me disse "Olha cara, eu acho que você deveria estudar para a do PHP (Zend)" (eu era programador PHP nessa empresa), como se a vontade dele devesse vir acima da minha. Como se não bastasse, ele não parava de falar sobre trabalho no horário do almoço, não dando paz para a mente. Tá aí um motivo de muitas vezes de eu ter ido almoçar sozinho.

Para piorar, ele ficava dando indiretas pra eu fazer curso de Git, Gitflow, Redis, Design Patterns, MongoDB, AWS, e tudo que era coisa em casa, como se eu devesse me devotar pela empresa e ser escravinho. E comigo não rola isso, eu tenho uma vida depois das 18:00, e eu vou vivê-la. Se eu quiser fazer cursos (e vou), vou fazer quando eu quiser, quando eu puder, e SE eu quiser. Eu entendo que se você contrata alguém, aquela pessoa TEM que ser a pessoa que você quer em meio a uma seleção de candidatos. Se for pra você contratar e querer fazer do funcionário seu capacho para adquirir super-poderes (ainda que sua mente queira negar isso), desculpe mas você é um otário e um grande babaca. Não force a barra de outro ser humano, que é como você. Se você sofreu no passado para chegar onde chegou, não significa que seus funcionários tenham que passar pelo mesmo que você passou. Se você pensa isso, desfaça esse pensamento ridículo da sua cabeça. Muitas pessoas alcançam sucesso financeiro em poucos dias, outras demoram anos - atuando no mesmo segmento, serviço ou produto.

No momento em que tudo isso me ocorreu, eu estava passando por problemas psicológicos, físicos e emocionais (todo desgraçado mesmo), e o trabalho (que me pagava o melhor salário que já havia tido) havia se tornado um grande empecilho na minha vida. Eu entrava no ônibus de manhã para ir trabalhar já pensando em voltar para casa. Dava agonia quando o "cara lá" entrava pela porta e já vinha na minha direção, para me pressionar ou me cobrar coisas do trabalho, estudo e etc. Eu me pergunto: por que não contrataram então esse super-herói que sabe de tudo ao invés de mim?

Se você é funcionário e passa por isso, converse com a gestão do RH ou com seu patrão, não deixe que um miserável desses cause problemas assim da sua vida. Se você é o patrão e faz isso: DEIXE DE SER BABACA, deixe seu funcionário fazer o que quiser da vida dele e pare de pressioná-lo.

15 de abr de 2017

Review Windows 10 - Vale mesmo a pena usar?

Windows 10 desktop
A volta do Menu Iniciar 


Bom, já tem pouco mais de um ano que o #Windows10 foi lançado entretanto decidi fazer essa review sobre ele, mais para aqueles que não usaram e/ou tem receio de atualizar.

Eu usava o #Windows7 , não curtia muito o Windows 8.1, porém o 10 no geral me impressionou bastante, e nessa semana decidi atualizar do 7 para o 10 e testar, e não demorou muito, menos de 40 minutos (tenho um Desktop Gamer de 2013), pressuponho que para computadores um pouco mais fracos leve cerca de 1 hora.

Ele tem esse Clean Design Flat, aparenta estar mais rápido para tarefas diárias (abre aplicativos e programas mais rápidos), Ele ficou como um sistema operacional híbrido em questões de plataforma, possibilitando instalar Apps de tablets e celulares nele, pela Windows Store que é integrada, e usá-los caso especifique na página do aplicativo (isso quer dizer que você não vai conseguir rodar qualquer aplicativo de celular no seu windows, porém uma grande maioria funciona) como se fossem programas executáveis clássicos.

27 de out de 2016

Como realmente é a Deep Web? Por quê ela existe?


Muita gente tem dúvida a cerca do tema, muitos boatos, muitos rumores.
A verdade é que as Deep Web's, não são mais do que "redes não indexadas" (prefira usar este termo) pelos motores de busca.

O que isso quer dizer?
R.: Sites como Google, Bing, Yahoo, Yandex não listam essas redes por padrão (embora alguns serviços de proxy já fizeram naturalmente essas redes começaram a aparecer nos motores de busca), pois em geral, não conseguem acessar os sites/dominios delas devido à necessidade de usar softwares específicos para conseguir obter acesso.

A mais famosa das redes da "Deep Web" é a TOR (The Onion Router).
Existem outras bem conhecidas como a I2P e Freenet.

Em algumas dessas redes, é possível encontrar sites de pedofilia, pornografia infantil, comércio de drogas, armas, tráfico de pessoas e até sites que oferecem assassinos de aluguel. Embora haja todos esses problemas, as forças federais dos governos vêm realizando um combate eficiente contra os criadores e usuários desses sites e serviços.

Diferenças entre Ciências da Computação, Engenharia da Computação, Sistemas de Informação entre outros

Uma das grandes dúvidas para quem pretende realizar um curso superior na de Tecnologia da Informação e Comunicação (principalmente para aqueles que saíram do ensino médio recentemente), é: qual dos cursos fazer? Ciências da Computação, Engenharia da Computação ou Sistemas de Informação?
Ainda tem os cursos de Engenharia de Software, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Sistemas para Internet, Redes de Computadores, Gestão de TI, Licenciatura em Informática etc etc etc...

Falarei sobre cada um deles, mas para isso, precisamos dividir em cursos de Bacharelado, Licenciatura e de Graduação Tecnológica. Todos considerados cursos superiores.

Bacharelados (4 - 5 anos de duração):


Bacharelados são os que mais duram e os que mais têm matérias, portanto, os que mais agregam conhecimento e amplitude na área em que se estuda. Nesta categoria temos:

Ciência da Computação


Geralmente com duração de 4 anos, este curso ensina basicamente o aluno a ter "ciência/conhecimento" de como a computação funciona, de suas várias áreas, sobretudo na área de algoritmos, programação e estrutura de dados e de como os softwares e sistemas operacionais funcionam "por debaixo dos panos". O aluno formado sai apto a realizar pesquisas científicas eficientes no ramo da computação e resolver diversos problemas quotidianos através da programação, banco de dados, podendo até usar inteligência artificial e conhecimentos em sistemas distribuídos.

14 de jun de 2016

Realidade Virtual com Oculus Rift

Recentemente pesquisando sobre Virtual Reality com Oculus Rift, para fazer um paper da faculdade, construí um dos itens do paper que vale à pena compartilhar aqui. Fica abaixo minha pesquisa.

O Aparelho é um dispositivo em forma de óculos que projeta imagens nos olhos dos usuários, imergindo-os em um ambiente tridimensional, como se estivessem “dentro do jogo”, prometendo revolucionar o conceito de jogos eletrônicos e de simulações.
Ainda é necessário um computador potente, acompanhado do óculos para ter uma experiência agradável. (BARROS, 2016)